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Quem Foi Davi ?

Conheça sua ocupação, sua origem e suas habilidades do homem segundo o coração de Deus.

Oração - Série de Estudos Bíblicos

Série de Estudos Bíblicos acerca da prática da oração, saiba o que é? e porque devemos orar?

Quando Deus diz Não ?

Davi. Mas, ele era um homem segundo o coração de Deus. Mas ele queria a vontade de Deus mais do que sua própria vontade.

10 de abr de 2015

Como Não Evangelizar #video



Como (não) Evangeliza. 
É simples e é um chamado para todo cristão.

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Convidamos a todos os cristãos para participar deste dia que irá marcar a história deste planeta.


Um Dia: 14 de Junho de 2014
Um Mundo: Mais de 200 Nações
Uma Mensagem: Jesus Cristo

Participe deste dia, para que Jesus seja visto em todo lugar ao redor da Terra.


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Novidades do iOS 8.3 #video



Todas as novidades do novo sistema da Apple!


Hands-on: iOS 8
 

Novidades do IOS 8 e da WWDC


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30 de mar de 2015

A Presença Protestante no Brasil Colonial


As Primeiras Testemunhas 
Segundo dados do Censo de 2010 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população evangélica do Brasil é de 40 milhões, uma das maiores do mundo. O Evangelho no Brasil teve êxito em termos de alcance e, se levarmos em conta a evangelização protestante tardia, temos um fenômeno notável.
Esta nação foi, até a primeira metade do século XX, um campo missionário. Hoje ela tem contribuído para o movimento missionário, ainda que muito aquém de seu potencial, e tem reproduzido, até certo ponto, um Evangelho forte e comprometido. O número de igrejas cresce incessantemente. A mídia, tanto aberta quanto segmentada, é cada vez mais ocupada por programação evangélica.
Diante deste quadro presente somos levados a nos perguntar: Quando e como tudo isso começou? Que pessoas foram instrumentos para tornar o Brasil uma potência evangélica? Quem foram os primeiros protestantes que puseram os pés neste nosso gigante? Essas perguntas fazem parte da inquirição histórica. Como disse Soren Kirkegaard: “A vida só pode ser vivida para frente, mas só pode ser compreendida para trás”.
O Brasil foi descoberto em 1500, mas a colonização oficial iniciou-se em 1532. Em 1517 teve início a Reforma Protestante na Europa. Menos de 50 anos depois os protestantes davam seus primeiros passos aqui. Não venceram a princípio, mas tornaram-se testemunhas do olhar de Deus sobre o Brasil.
 A TRAGÉDIA DA GUANABARA
 Em 1557 liderados por Nicolau Villegagnon e com o apoio do Almirante Gaspar Coligny, os huguenotes (protestantes franceses) buscaram refúgio no Brasil. Os franceses planejaram se fixar na Baía da Guanabara, Rio de Janeiro. Instalaram-se nas ilhas hoje conhecidas como Villegagnon, do Governador, Flamengo e Laje, denominando a região de França Antártica.
O primeiro culto protestante foi realizado em 10 de março de 1557, uma quarta-feira. No dia 21 de março, domingo, foi realizada a primeira Santa Ceia.
Logo começaram atritos entre Villegagnon e os huguenotes, até que estes foram expulsos da ilha. A expulsão colocou-os em contato direto com os índios tupinambás, os quais procuraram evangelizar, sendo esse evento o primeiro contato missionário protestante com um povo não europeu.
Os frustrados colonos resolveram retornar à França, mas logo no início da viagem o barco ameaçou naufragar e cinco deles ofereceram-se para voltar à terra. Eram eles: Jean du Bourdel, Matthieu Verneuil, Pierre Bourdon, André Lafon e Jacques Le Balleur. Logo que pisaram em solo brasileiro foram aprisionados por Villegagnon, que apresentou-lhes uma série de questões teológicas e exigiu uma resposta por escrito dentro de doze horas. Esses leigos redigiram o notável documento, conhecido como Confissão de Fé da Guanabara, que custou as suas vidas.
Diante da recusa deles em negar as suas convicções, Villegagnon condenou-os à morte. Bourdel, Verneuil e Bourdon foram estrangulados e lançados ao mar. André Lafon, sendo o único alfaiate da colônia, foi poupado sob a condição de não divulgar suas ideias religiosas.
Assim, apenas 40 anos após a Reforma, tivemos, em 1557 no Brasil, o primeiro culto protestante, a primeira ceia, o primeiro evangelismo de não europeus por protestantes, a primeira Confissão de Fé e os primeiros mártires. Eles foram sementes do enorme pomar futuro.
 JACQUES LE BALLEUR, O JOÃO BOLÉ
 Outro nome que merece menção é Jacques Le Balleur, ou João Bolé. Fugindo para São Vicente, devido à sua utilidade para os portugueses, recebeu certa liberdade para pregar. Foi, contudo, denunciado à Inquisição pelo padre local Luis da Grã, que se sentiu ofendido nas disputas teológicas. Por insistência dos jesuítas foi levado para a capital colonial, Salvador, onde esteve aprisionado por vários anos (1559-1567). Em 1567, o governador geral Mem de Sá levou-o para o Rio de Janeiro, onde foi enforcado.
Sobre ele escreveu José de Anchieta em sua Informação do Brasil e de Suas Capitanias, de 1574:
“Um dos moradores desta torre (em São Vicente)] era um Joannes de Bolis, homem douto nas letras latinas, gregas, hebraicas e mui lido nas Escrituras Sagradas, porém grande herege.  (…) Ali (em São Vicente) começou a vomitar a peçonha de suas heresias, à qual resistiu o Padre Luís da Grã.”

            Sobre sua morte escreveu Aníbal Pereira dos Reis:

“Naqueles tempos de espesso obscurantismo religioso, a lei fazia um sacerdote acompanhar o réu ao cadafalso. No caso de Bollés, Anchieta foi quem o seguiu. As últimas instâncias para negar o Calvinismo e refugiar-se no Romanismo, como todas as investidas anteriores, caíram no vazio. A vítima do ódio clerical,  permaneceu em sua lealdade a Jesus Cristo!”

O historiador João Francisco de Lisboa reconhece: “com ânimo firme e resoluto perseverou na sua fé, e afrontou a morte. Retardou o algoz o desfecho fatal. Dizem que por imperícia, mas na verdade por compaixão do inocente que foi por ele instruído a cerca do Evangelho. O fato é que Anchieta, de espírito odiento, antecipou-se ao carrasco e enforcou Bollés, um dos mártires evangélicos do Brasil.” Ele mesmo, o santo José de Anchieta, no dizer do católico Arthur Heulhard, acaba de matá-lo, dizendo, ufano, ao carrasco acovardado: VOl LA COMM IL FAUT FAIRE! (Eis aí como se mata um homem!)E assim mais um missionário morria plantando a semente neste fértil solo.
 HANS STADEN
 Ó Tu, Deus Todo-Poderoso, que fizeste o céu e a terra; Tu, Deus de nossos antepassados, Abraão, Isaac e Jacó; Tu, que tão poderosamente conduziste o teu povo Israel da mão dos seus inimigos atravésdo Mar Vermelho. A Ti, que eterno poder tens, peço que me livres das mãos destes bárbaros, que não Te conhecem, em nome de Jesus Cristo, Teu amado Filho […]”

Este é um trecho da oração feita em terras brasileiras, por um servo de Cristo, o protestante alemão Hans Staden. De forma milagrosa ele conseguiu permanecer nove meses preso pelos canibais tupinambás em Ubatuba. Os nativos se sentiram amedrontados pelas respostas às orações de Staden. Ele deixou entre eles e também para a posteridade o testemunho de um Deus vivo que responde ao clamor de seu povo. Tendo escapado e retornado ao Velho Mundo, escreveu um livro sobre sua aventura, em 1557, contando detalhes das cerimônias antropofágicas com gravuras que o imortalizaram.
Ele terminou sua oração dizendo:
 “[…] e quando me tiveres livrado de seu poder [dos tupinambás], quero louvar a Tua Graça e dá-la a conhecer a todas as nações onde eu chegar. Amém.” E assim foi.

INSPIRAÇÃO
É dessa forma que a breve história de fé desses homens, em terras brasileiras, teve o poder de inspirar, ao longo dos anos, a visão missionária e impulsionar a Igreja de Cristo para pregar o Evangelho a toda criatura ao redor da Terra.

Esses fatos não podem ficar ocultos, não podem ser ignorados pela Igreja Brasileira, como disse o teólogo alemão Jürgen Moltmann: “consciência histórica é consciência de missão e conhecimento histórico é conhecimento transformador […]”.

Vamos deixar que a História influencie nossa vida e que o passado se repita, se projete e se intensifique na ação missionária da Igreja. Que a verdade nos inspire, nos mova e nos motive. A História não é o túmulo do passado, é o alicerce a partir do qual construímos nosso futuro. Se eles vieram e pagaram seu preço, nós podemos ir e pagar o nosso.

Eguinaldo Hélio de Souza – Apologista, escritor, jornalista, pastor, professor de Teologia e História da Igreja no Vale da Bênção, Araçariguama – SP

CÉSAR, Elben M. Lenz. História da Evangelização do Brasil. Viçosa: Ultimato, 2000. CRESPIN, Jean. A Tragédia da Guanabara. Rio de Janeiro: CPAD, 2006. STADEN, Hans.Viagem ao Brasil. São Paulo: Martin Claret, 2006. REIS, Aníbal Pereira dos. O santo que Anchieta matou, e-book.

Texto originalmente publicado na Revista Povos e Línguas, ano 1, nº 3, Dezembro 2014.

25 de mar de 2015

Deus não está morto - Versões - Critica e Motivações


A inspiração para a criação do filme remota há alguns anos atrás. Eu estava em uma reunião no Fórum Pinnacle e Alan Sears da Alliance Defending Freedom, estava falando sobre um jovem que foi convidado a fazer algumas coisas contra a sua fé e ficou em apuros por não fazê-las. Essa história deixou meu queixo no chão e me fez pensar sobre quantos alunos vão para a faculdade, como cristão e como poucos continuam cristão depois que termina seus quatro anos. Foi essa história que me inspirou para definir o filme em um campus universitário.
Russell Wolfe4

Algumas versões da canção tema desse filme já foram feitas confira os videos abaixo.






Versão original




Algumas criticas sobre o filme:
http://catavento.me/deus-nao-esta-morto-mas-esse-filme-tenta-mata-lo/

http://pipocamoderna.virgula.uol.com.br/deus-nao-esta-morto-leva-discurso-evangelico-para-a-sala-de-aula/329676

Podcast
http://www.irmaos.com/podcast/?id=12678

Números do filme 

Em seu primeiro final de semana no cinema, o longa foi exibido em um número limitado de 780 salas de todo o país. Para efeitos de comparação, é cerca de 25% do número de cinemas que exibem uma grande produção.
Contudo, sua média de público, e consequentemente de arrecadação, foi recorde para esse tipo de produção, ultrapassando US$ 9,24 milhões. 

23 de mar de 2015

The Python Trail: An Immigrant's Path from Cameroon to America #recomendo




Website


Em The Python Trail: An Immigrant's Path from Cameroon to America, Afuma retrata o tipo de viagem que muitos imigrantes têm feito, mas poucos têm sido descrita. Quando ele chegou em Maine como um calouro na faculdade, o qual nunca tinha ouvido falar de uma máquina de lavar, um forno de microondas, ou uma máquina de café; os lençóis eram tão limpo e branco que tinha medo que ficassem sujo; e acreditava que as impressoras do computador eram manipuladas por fantasmas.

 Afuma ficou chocado ao saber que a pobreza e a falta de moradia existindo em um lugar cujas ruas pensava fosse de ouro. Nunca imaginou enfrentar dificuldades neste, de modo que, apesar de ter ganho um mestrado em administração pública, falhou uma e outra vez para encontrar um emprego significativo. Com o Racismo, embora sutil, o seguia aonde ele fosse.

Compre aqui na Amzon


The Python Trail, Afuma portrays the kind of journey that many immigrants have made, but few have described. When he arrived in Maine as a college freshman, he’d never heard of a washing machine, a microwave oven, or a coffee maker; the bed sheets were so clean and white, he was afraid he’d dirty them; and he believed computer printers were run by ghosts.

As much as anything, Afuma was shocked to learn that poverty and homelessness existed in a place whose streets he’d thought were paved with gold. It had never occurred to him that he himself might face hardships here, so that, despite having earned a master’s degree in public administration, he would fail time and time again to find meaningful employment. Scam artists preyed on him. Racism, though subtle, followed him wherever he went.

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16 de mar de 2015

Filme Meu nome é Paulo - Filme #meunomeépaulo

Paulo, cego pelo ódio, está determinado a encontrar e matar quantas pessoas forem necessárias para chegar até Pedro, seu inimigo e líder dos seguidores do “Caminho”. No entanto um terrível acidente o tira de seu curso e o leva a uma jornada de autodescoberta, onde ele aprende a viver e a amar.



Uma adaptação da História de Paulo Distribuído pela Warner Brothers (através das subdivisões cristãs Word Entertainment e Curb Entertainment),

“Meu Nome é Paulo” traz no elenco nomes como Andre Roth, Michael Joiner, Vanessa Ore, Shannen Fields, Torry Martin, Gary Moore, Cransten Johnson e outros. No Brasil o filme será distribuído pela Dunamys Films que já conquistou parceria com a rede Cinemark e Kinoplex e outras.

Entrevista exclusiva com criadores de "Meu Nome é Paulo"  

10 de mar de 2015

11 Conselhos para Pastores Iniciantes





Por Dr. Joel Beeke 

1. Ore, ore, ore. Jamais tome sobre si mesmo nenhuma responsabilidade da igreja sem temperá-la com oração. Lembre-se do conselho de John Bunyan: “Você pode fazer mais do que orar depois de ter orado, mas você não pode fazer nada mais do que orar até ter orado”. 

2. Estude, estude, estude. Mantenha-se nos pastos verdejantes da verdade em seus estudos. Conserve o seu hebraico e o seu grego. Prepare os seus sermões com muito cuidado. Escreva alguns artigos ou alguns livros para aprimoramento pessoal. Participe de algumas das conferências e seminários de que vale a pena participar, tão comuns em vários locais hoje. Volte ao seminário para estudar um pouco mais. Faça questão de trabalhar de forma que sua mente seja expandida. 

3. Pregue, pregue, pregue. Empregue o melhor da sua energia e vida, como Paulo, pregando Jesus Cristo (1 Co 2.2). Pregue com frequência. E quando o fizer, pregue de forma bíblica, doutrinária, experimental e prática. Pregue com paixão, apresentando a Palavra da vida “como um moribundo falando com outros moribundos”. 

4. Seja um modelo, seja um modelo, seja um modelo. Seja um modelo da verdade bíblica para com sua esposa, sua família, para com os que trabalham com você na igreja, sua congregação, e para com seus vizinhos. Decida-se, como Thomas Boston, a espalhar o perfume de Cristo onde quer que você vá. Como Robert Murray M’Cheyne, ore que o Espírito Santo possa torná-lo tão santo na terra quanto é possível que um pecador perdoado seja santo. Ore para que sua vida seja uma “carta viva”, seus sermões sejam escritos em sua vida prática. 

5. Delegue, delegue, delegue. Não dê aulas a todas as classes na sua igreja. Não seja o responsável pelo boletim dominical. Não tente regular e supervisionar todas as atividades dos seus colegas de trabalho. Delegue tudo o que for possível, de forma que você possa concentrar-se na oração, na pregação, no ensino, e no cuidado espiritual do rebanho. 

6. Treine, treine, treine. Treine o seu povo para as funções de liderança nos diversos ministérios da igreja. Gaste tempo extra com os jovens que podem servir como futuros presbíteros e diáconos, ou como líderes de diferentes atividades. Pela graça do Espírito, “desenvolva” futuros líderes. À medida que você os treina, dê-lhes liberdade para usar os dons e oriente a visão deles tanto quanto possível. Todo o tempo empregado nisso será muito bem gasto. 

7. Visite, visite, visite. Visite o seu rebanho fielmente – no hospital, em casa, e em toda hora de necessidade. Esteja presente quando precisarem de você. Sempre leia a Palavra e fale algumas poucas palavras edificantes sobre o texto, e ore em cada visita. Se você falhar nesse assunto, falhará em tudo mais. 

8. Ame, ame, ame. Muitos ministros falham porque negligenciam o amor às ovelhas. Ame e continue amando o seu povo por aquilo que são, e não pelo que você pensa que deveriam ser. Aceite-os como são e onde estão, e trabalhe com eles a partir desse ponto, sempre com paciência, lembrando que, se você não pode associar-se de forma amorosa com as pessoas onde elas estão, com o passar do tempo elas o rejeitarão. Considere-se como o tutor espiritual e o cuidador de uma grande família. Seja bondoso com cada um deles. Leve-os a sentir a sua preocupação por eles e por suas famílias. Faça perguntas que mostram o seu cuidado por eles. Regue-os com compaixão, quando estiverem em necessidade. À medida que o seu relacionamento cresce, sempre que for apropriado, não se acanhe de dizer-lhes que você os ama. E se você tiver inimigos na igreja, faça de tudo para amá-los também, como Jesus ordenou. 

9. Desfrute, desfrute, desfrute. Considere como inacreditável honra e alegria o fato de ser embaixador de Deus. Edward Payson (1783-1827) disse que com frequência batia palmas de alegria durante seu estudo particular porque Deus o tinha chamado para o ministério sagrado da Sua Palavra. A obra do ministério é uma tarefa pesada, mas também é cheia de alegria. Aprenda a considerar como sua força a alegria do Senhor, em Cristo (Ne 8.10). 

10. Renove, renove, renove. Preste atenção à sua saúde. Viva em intimidade com Deus, alimente-se de Cristo, beba intensamente do Espírito. Tire tempo para descansar, para deixar de lado todos os fardos, e para abrir-se à luz da Palavra e à direção do Espírito Santo. Lembre-se de que você é um mero receptáculo ou vaso, e não a fonte das águas vivas. Você não consegue dar aos outros aquilo que não apanhou primeiro para si mesmo. 

11. Persevere, persevere, persevere. Quando chegarem as tribulações e os inimigos perseguirem, não seja um mercenário que abandona as ovelhas. Persevere no cuidado por elas. Fique firme. Confie em Eclesiastes 11.1: “Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás”.

Jovens evangelizam com camisinha ungida #misericórdia



As evidências de que grande parte da igreja brasileira anda necrosada de heresias e insanidade já estão saturadas. Mesmo assim não param de chegar notícias esdruxulas como esta da “camisinha ungida”. Pois é, o pragmatismo misturou-se com loucura e desceu ladeira abaixo. 

Interessante também é notar que o grupo de jovens tentou justificar o ato citando 1 Co 1.27 ao citar em sua postagem de Instagran “ Deus usa as coisas do mundo para confundirem os sábios”. Então... será se Paulo usou esse versículo para combater a complacência moral dos crentes em Coríntios ?

A loucura do Evangelho é a mensagem da Cruz, o poder de Deus. A loucura de alguns evangélicos é a demência conivente com as dicas de satanás.



Fonte: Pulpito Cristão

6 de mar de 2015

Classificação da Perseguição Religiosa 2015

Conheça os 50 países em que a perseguição aos cristãos atinge o nível mais levado:https://www.portasabertas.org.br/cris...


4 de mar de 2015

O Evangelho que Transforma a África - Kiambu, Quênia

Uma cidade que antes era marcada pela violência, passou a centro um lugar do avivamento do evangelho na África.

3 de mar de 2015

Promoções de Livros Cristãos e Bíblias

Aqui algumas promoções para sua edificação pessoal

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Transformações - Avivamento das Ilhas Fiji




Por Wilma Rejane
Traduzido e adaptado
Fiji é um país constituído por 322 ilhas no Oceano Pacífico Sul, 18 graus ao sul do equador e 1.100 milhas ao norte da Nova Zelândia. Há duas ilhas principais e pouco mais de 100 outras ilhas habitadas. As maiores ilhas contem montanhas que se elevam até 4.000 pés. A chuva forte, até 120 "anualmente, cai no lado do sudeste do país, cobrindo essas partes das ilhas de floresta tropical densa, enquanto planícies nas partes ocidentais das ilhas têm estações secas favoráveis ​​para culturas como a cana de açúcar.


Os britânicos tomaram as ilhas em 1874, (cedida a eles pelos chefes) e permaneceram no controle até a independência em 1970. Desde então a história das ilhas ficou turbulenta, devido à desarmonia racial  impasse político e violência militar.  Nas ruas, houvia saques, vandalismo, tumultos e violência, com muitos estabelecimentos comerciais destruídos. A economia entrou em colapso. Houve um motim no exército. A perspectiva parecia muito sombrio. Governo e  presidente pareciam  impotentes. Porém, um Exame de consciência ocorreu entre os líderes. Eles sentiram que a desunião entre as igrejas era um fator que havia contribuido para as divisões na sociedade, de modo que o presidente chamou os líderes da igreja e disse-lhes isso.

Muitas igrejas e denominações tinham procurado renovação e renascimento, mas separadamente. Agora eles perceberam que tinham de se unir e buscar ao Senhor: A solução para os problemas de Fiji poderia vir de Deus. Então eles chamaram todos os membros de todas as igrejas a aceitarem  sua responsabilidade para com o estado e a nação, orar a Deus para mudar a situação. Em todos os lugares, as pessoas se uniram, se humilharam, viraram-se para o Senhor, oraram  e choraram diante dele, reconheceram  seus pecados, e que esta era a sua última chance, a última chamada de Deus para eles, clamaram por perdão e misericórdia.


Se uniram em oração e pediram a Deus para liberar Suas bênçãos sobre o país. O cerco do parlamento terminou de forma pacífica, e os sequestradores foram presos e condenados. Os líderes denominacionais ficaram juntos, tornando-se conhecidos como a Associação de Igrejas Cristãs do Fiji, (o ACCF),  e as pessoas continuaram a orar com eles e o Espírito Santo moveu os moradores chamando-os  para reuniões e cultos . Um forte desejo de Deus tomou conta do povo. O Primeiro-Ministro reconheceu mais tarde que  as orações dos cristãos haviam livrado o país  do desastre.

Os cristãos juntaram-se durante três semanas de oração e ensino da Bíblia. Ao fim desse tempo, uma multidão de 10.000 pessoas se reuniram para ouvir o primeiro-ministro  falar, ele poderia ter usado a oportunidade para fins políticos, mas em vez disso  falou sobre a necessidade de colocar a nação em retidão diante dos olhos de Deus. Ele reconheceu que todos os esforços para reconstruir o país chegaria a nada se não fossem firmemente enraizada no amor e temor de Deus! Ele confessou publicamente seus próprios erros e pecados, e orou na plataforma dizendo que o Senhor iria perdoá-los e salvá-los, iria conquistar os coração e guia-los corretamente. Ele reconheceu Jesus  como o Rei dos reis e Senhor dos senhores!.


Ídolos queimados e solo curado

Durante os últimos anos, muitas áreas rurais foram mudadas pelo Espírito de Deus,  as pessoas se voltaram para Ele em arrependimento. Por seu poder, suas economias foram renovadas com colheitas abundantes onde antes eram escassas. Recifes de corais mortos foram trazidos de volta à vida e suprimentos abundantes de peixes foram coletadas no mar, onde anteriormente as capturas eram muito pobres. Águas envenenadas foram limpos e terra árida se fez fértil. Esta situação se deu  principalmente através do trabalho chamado  "Curando as equipes da terra". São jovens que voluntariamente oferecem o seu tempo, dificuldade e esforço para jejuar, orar, viajar, visitar e trabalhar para trazer o poder do Senhor em uma área devastadas. Eles vão em resposta a convites de líderes de aldeias que se tornaram muito preocupados com situação. Deixe-me dizer-lhe sobre alguns deles.


Os jovens estavam tomando medicamentos e tornando-se promíscuo. Gravidez na adolescência era comum, e havia um espírito geral de rebelião contra os pais e toda a autoridade. O solo produzia  poucas culturas, e quando os moradores iam para a floresta  plantar, as culturas eram arrancadas e destruídas por animais selvagens, especialmente  porcos. No mar, o recife de coral tinha morrido, por isso, não havia peixe a ser capturado.

Então aconteceu algo. Na entrada para a aldeia havia dois ídolos antigos, modelos de senhores da guerra, que tinham sido preservados em um museu, tinham sido colocadom em ambos os lados  como decorações. Um jovem da aldeia, montando em um cavalo, acidentalmente derrubou um desses ídolos, de modo que ele caiu e a cabeça do ídolo foi quebrada. O ídolo foi colado novamente, O jovem piloto, no entanto, começou a se sentir mal, e alguns dias depois, foi encontrado enforcado, e a corda em volta de sua cabeça estava amarrada, da mesma forma que a cabeça do ídolo tinha sido amarrada. Isto perturbou a vila e o chefe da aldeia pediu para fazerem  uma reunião de oração no lugar.  A equipe foi à aldeia e disse para às pessoas  jejuarem  e orar por duas semanas, foi o que fizeram.

Duas semanas depois, a equipe chegou, e enquanto eles estavam lá,  fizeram  orações caminhando ao redor da aldeia,  por sete noites. Na sétima noite eles  ordenaram  que os demônios  deixassem a aldeia e todos os cães começaram a latir como se sentissem os  demônios passar por eles. Pessoas choraram e se reconciliaram.

Na última noite da missão,  os aldeões trouxeram todos os seus itens de bruxaria colocando  em uma pilha para serem queimados: "Não é bom para esses ídolos  ficarem aqui, eles precisam ser destruídos" e colocaram tudo em uma fogueira.

No dia seguinte,  uma grande coluna de fogo, elevando-se sobre o mar,  acima da superfície. Esta magnífica vista ficou na posição por cerca de meia hora, e foi um cumprimento da profecia de que o fogo teria chegado à aldeia. No dia seguinte, quando saíram para pescar, um enorme cardume de peixes estava lá. O Senhor curou o recife de coral e trouxe o peixe de volta. Todo mundo veio e pegou peixe em  abundância.  Na terra, as culturas começaram a crescer novamente.

Desde então, os moradores se reúnem para reuniões de oração todas as quartas, manhã e tarde e no primeiro domingo de cada mês. A cada 6 meses eles têm uma semana de reuniões com todas as igrejas . Esse avivamento aconteceu em 2004 e os moradores fizeram um monumento  para comemorar os acontecimentos, erguido no local onde os itens de bruxaria foram queimados. No monumento dá as datas da transformação: 16 maio de 2004 a 14 de Junho de 2004 o verso de Isaías 43:11 ( Eu, eu sou o SENHOR, e fora de mim não há Salvador),   está gravado no monumento com os dizeres Louvado seja o Senhor. Nosso Deus é um Deus maravilhoso.


Se o meu povo se humilhar e orar
Um dos aspectos mais surpreendentes do avivamento em Fiji é a forma como Deus está renovando a criação. Depois de décadas de destruição, os recifes de corais inteiros estão sendo revividos, cardumes de peixes estão voltando às águas da ilha e rios, e caranguejos são vistos andando pelas praias. Até as árvores infrutíferas anteriormente estão dando frutos, e as vinhas estão florescendo novamente.

Hoje, as pessoas em Fiji  todos os dias reservam um tempo para estudar a Bíblia e orar juntos. A grama e cresce nas margens do córrego, novamente, as flores estão florescendo, os peixes  crescem mais rápido e maior a cada mês.

O princípio II Crônicas 7:14

Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, orar, buscar, implore, e requerem necessariamente a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.

"Eu acho que Deus toma arrependimento e reconciliação, como descrito em II Crônicas, muito a sério", diz Dennison, morador de Fiji. "Ele realmente envia bênção, onde os irmãos vivem em união. Os eventos em Fiji são um dos sinais mais claros do prazer e da reação ao arrependimento social que eu já vi de Deus."

Ouvimos de pessoas que ressuscitaram dentre os mortos, inválidos que podem andar novamente, cegos, que agora podem ver, surdos que podem ouvir e mudos, que agora podem falar, tudo da mesma forma como aconteceu aos cristãos da igreja primitiva.

Veja o Documentário no Fiji




2 de mar de 2015

Download Gratuito de Canções para Páscoa



O site Cristão We Are Worship (Easter Songs Bundle 2015) disponibilizou recentemente 10 músicas em Inglês em formato MP3 além de partituras para piano e cifras.

Vale a pena ouvir e baixar para fazer isso basta cadastra-se no site e clicar neste link

Musicas como


  • We Believe - LIFE Worship
  • He is Risen - Paul Baloche & Graham Kendrick
  • Victor's Crown - Darlene Zschech
  • Here I Am (Majesty) - Martin Smith


que seguramente terão sua versão em português.





11 de fev de 2015

Oito Seguimentos menos evangelizados no Brasil.



Quem são os menos evangelizados no Brasil?

Deus chamou toda a Igreja para proclamar todo o Evangelho em todo o mundo. Há ainda mais de 2.000 povos no mundo sem o conhecimento do Evangelho, cerca de 3.000 línguas sem um verso bíblico em seu idioma e 2 bilhões de pessoas que não conhecem o Senhor Jesus.



No Brasil há oito segmentos reconhecidamente menos evangelizados, sendo sete socioculturais e um socioeconômico. 

1. Indígenas
Com 117 etnias sem presença missionária e sem o conhecimento do Evangelho1. Estas etnias, com pouco ou nenhum conhecimento de Cristo, espalham-se por todo o Brasil com forte concentração no Norte e Nordeste2

2. Ribeirinhos
Na bacia amazônica há 37.000 comunidades ribeirinhas3 ao longo de centenas de rios e igarapés. As pesquisas mais recentes apontam a ausência de igrejas evangélicas em cerca de 10.000 dessas comunidades4

3. Ciganos (sobretudo da etnia Calon)
Há cerca de 700.000 Ciganos Calon no Brasil5 e apenas 1.000 se declaram crentes no Senhor Jesus. Os Ciganos espalham-se por todo o território nacional nas grandes e pequenas cidades, vivendo em comunidades nômades, seminômades ou sedentárias.

4. Sertanejos
Louvamos a Deus por tudo que tem ocorrido no Sertão nos últimos 10 anos – centenas de assentamentos sertanejos evangelizados e muitas igrejas plantadas. Há, porém, ainda 6.000 assentamentos sem a presença de uma igreja evangélica6

5. Quilombolas
Formados por comunidades de afrodescendentes que se alojaram em áreas mais ou menos remotas nos últimos 200 anos. Há possivelmente 5.000 comunidades quilombolas no Brasil, sendo 3.524 oficialmente reconhecidas7. Estima-se que 2.000 ainda permaneçam sem a presença de uma igreja evangélica8

6. Imigrantes
Há mais de 100 países bem representados no Brasil por meio de imigrantes de longo prazo com uma população de quase 300.000 pessoas9. Dentre esses, 27 são países onde não há plena liberdade para o envio missionário ou pregação do Evangelho. Ou seja, dificilmente conseguiríamos enviar missionários para diversos países que estão bem representados entre nós, sobretudo em São Paulo, Brasília, Foz do Iguaçu e Rio de Janeiro. 

7. Surdos, com limitações de comunicação 
Há mais de 9 milhões de pessoas nesta categoria em nosso país e menos de 1% se declara crente no Senhor Jesus10. Há pouquíssimas ações missionárias especificamente direcionadas para os surdos em todo o território nacional.

8. Os mais ricos dos ricos e os mais pobres dos pobres
O oitavo segmento não é sociocultural como os demais, mas socioeconômico. Divide-se em dois extremos: os mais ricos dos ricos e os mais pobres dos pobres. As últimas pesquisas nacionais demonstram que a presença evangélica é expressiva nas escalas socioeconômicas que se encontram entre os dois pontos, porém sensivelmente menor nos extremos11. Em alguns Estados brasileiros há três vezes menos evangélicos entre os mais ricos e os mais pobres do que nos demais segmentos socioeconômicos12.

A Igreja de Cristo foi chamada para ser sal da terra e luz do mundo onde estiver e por onde passar (Mt 28.19). Foi-lhe entregue também um critério de prioridade nas ações evangelizadoras: onde Cristo não foi anunciado (Rm 15.20). É, portanto, momento de orar pelo mundo sem Cristo, por a mão no arado e não olhar para trás.

Notas:
1. Departamento de Assuntos Indígenas da Associação de Missões Transculturais do Brasil(DAI/AMTB).  
2. Há 32 etnias indígenas no Nordeste ainda sem presença missionária, segundo pesquisa da Aliança Evangélica Indígenas do Nordeste e AMTB.  
3. Reconhecidas pelo IBGE 2012.  
4. Projeto Fronteiras – pesquisa entre comunidades tradicionais da Amazônia – dados parciais 2014.Associação Evangélica Pró Ribeirinhos do Brasil
5. Missão Amigos dos Ciganos – Dados 2014. Associação Evangélica Pró Ciganos do Nordeste
6. Missão JUVEP – Dados 2014.  
7. Fundação Palmares.
8. Os dados são parciais. Pesquisa em andamento pela Associação Evangélica Pró Quilombolas do Brasil.  
9. IBGE 2012: 268.201 imigrantes no Brasil.  
10. IBGE 2014.  
11. IBGE 2010, 2012 e 2014.  
12. Projeção de dados quantitativos por categoria socioeconômica.

Fonte.Ultimato

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